4 da matina.
Tenho prova amanhã e estou acordado... talvez esteja jogando videogame demais... nah...
Videogame, gibi, sexo e rock n roll nunca é demais.
Se eu tivesse mais tempo jogava mais videogame.
Se eu tivesse mais dinheiro, comprava mais gibi.
Se eu tivesse mais nexo, faria mais sexo.
Se eu tivesse mais fé na humanidade, escutaria mais rock n roll.
Enfim, entende? Essas coisas nunca são demais. É o universo ao meu redor que me impede de dedicar 100% do meu ser a isso.
Não só o universo, mas meu próprio eu. Afinal, trabalhar, estudar, etc. fazem parte de mim. Uma parte dispensavel que só serve pra manter o capitalismo girando e roubando, mas enfim, parte.
Ô vidinha escrava, então, tenho jogando GTA: San Andreas e a história se passa em 92, na triplice Los Santos (Los Angeles), San Fierro (São Francisco) e Las Venturas (Las Vegas).
San Andreas conta a história de Carl Johnson (CJ) que volta de Liberty City (Nova York, onde o primeiro jogo se passa, pros desinformados, GTA: San Andreas é o terceiro, após GTA III e GTA Vice City, onde, Vice City representa Miami), enfim, CJ volta de Liberty City para enterrar a mãe, que morreu vitima de uma emboscada para pegar seu irmão, que é lider da gangue da Grove Street, sempre em guerra com os Ballos (que mataram a mãe e o irmão mais novo de CJ).
Enfim, enquanto o primeiro GTA III lidava com o clima caótica de Nova York de meados dos anos 90 (não sei exatamente, minha dedução é 94, mas posso estar errado), onde o crime organizado não é tão organizado assim e GTA: Vice City, lidava com a crescente onda de imigrantes ilegais entrando nos Estados Unidos nos anos 80 (de novo, não lembro a data exata, acho que é 1987) ao mesmo tempo que a cocaína começa a entrar no país, o que, faz de muitos desses imigrantes sem emprego, formarem gangues para sobreviver do tráfico.
GTA: San Andreas trata dos negros e sua cultura de gangue em 1992. A forma como os brancos se trancaram nos suburbios fazendo dos chamados bairros negros (o que, aqui no Brasil, seriam as favelas) em verdadeiras zonas de guerra (por vários motivos, assim como os imigrantes, negros pobres começam a traficar droga até este comércio se tornar maior que a maioria das empresas legitimas e assim, gangues são formadas como se fossem empresas), mas, nisso, temos os dois lados, a familia da Grove Street que são os "traficantes legais" que só vendem maconha, respeitam seus vizinhos, se ajudam em tarefas que nada tem a ver com o tráfico e que se portam como familia; do outro lado estão a gangue dos Ballos que vendem Crack, droga esta, que está destruindo o bairro de forma assustadora, que transforma "gangstas" em escravos viciados, fato este que é bem verdade, percebe-se lendo "Estação Carandiru", o crack, de fato, alterou todas as regras do "submundo", sendo esta, talvez, a droga mais viciante de todas. Enfim, acho que eu passei da metade da história faz pouco tempo, mas, ela é muito bem escrita, sempre mantendo esse ótimo humor politico e acido e lidando muitissimo bem com os sub-estereótipos (existe o estereótipo do negro de gangue, mas dentro desse existe o "gangsta old school", o maconheiro, o líder que se preocupa mais com a vizinhança do que com o tráfico em si, e esse tipo de coisa).
Enfim, isso é o que me manteve acordado poucas horas antes da prova. sem saco e com sono.
Me despeço.
3 comentários:
Uai, mas como ele tava em Liberty City em 94 e voltou pra Los Santos em 92? Aposto que você foi bem na prova '=)
Então. Explicando direito.
O personagem sem nome/sem voz do original está em Liberty City em 94, o segundo jogo é a história de Tommy Vercetty em 87 em Vice City e o terceiro jogo se trata de Carl Johnson em San Andreas de 92.
Cada jogo tem um principal diferente.
Desculpa a confusão.
ahhh! eh o cirooo! ok...num consegui posta d otro jeito...ow meow.,..como c descobriu td isso!? nunk passo pela minha kbeça! huahuahua!
flw!!
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