segunda-feira, novembro 29, 2004

domingo, novembro 28, 2004

http://s4.invisionfree.com/politizadosforum/
Fórum pra discutir política, mãs, tem pouca gente, entretanto os poucos que tem, tão de boa vontade, vamos se registrar lá gente. Ta rolando uns assusntos interessantissimos, só falta gente que os discuta.

quinta-feira, novembro 25, 2004

Tsc.
Preciso retomar um ritmo de escrita.
Relaxei muito depois que comprei o GTA novo, hehe.
É foda quando tem um jogo tão bom que para minha vida.
Antes de consertar meu PS2, eu catei aqui no emulador Chrono Trigger, que acredito que foi o meu primeiro contato com RPGs para video-game. Cara, eu chorei pacas no final. O jogo tem uma ótima história. E o lance é: procurem no google "Chrono Ressurection", e vcs verão que uns caras tavam 3derizando o jogo e tava ficando MUITO LOCO, mas a square processou os caras e o projeto acabou. Um tristeza enorme... ainda mais porque eles iam distribuir o jogo de graça na net, nunca foi intenção ter fins lucrativos, era só um grupo de amigos programadores que se reuniram e decidiram fazer essa homenagem ao jogo, mas sei lá, direitos autorais são foda.
Direitos autorais atrapalham um monte de coisa, algum partidário do "copyleft" deve ter sacado uma forma justa de viver sem eles, mas eu não vejo como, acho que as leis deveriam se restringir a tipo, se eu escrevo um roteiro, apenas eu posso vendê-lo, saca? Mas, se não for pra uso comercial, qualquer um pode ler e alterar o roteiro a vontade, só não pode vender o que foi alterado. Com livro é mais complicado, já que um roteiro sem produtor não é quase nada, mas o livro em si é uma obra completa, acho que deveria liberar que fotocópia destes, não acho que isso prejudicaria tanto o comércio (já que, quem tem grana pra comprar livro, vai e compra, não perde tempo tirando xerox), o lance é que livro é muito caro, o Cunha fez a capa de uma revista virtual onde a matéria de capa foi a leitura, e como sempre, o Brasil é ridiculo nesse ponto e, mesmo com pouquissimas pessoas lendo, o preço do livro é 3 vezes maior do que nos EUA ou na Europa. Isso é ridiculo.
Ultimamente direitos autorais de personagens isolados tem se tornado um tema. É fato que o Sam Raimi não deixou que usassem o "Ash" (de Noite Alucinante) para fazerem uma sequencia de Freddy vs Jason. Isso é interessante, pois, mesmo que os estúdios tenham direito de fazer o filme "Noite Alucinante" quantas vezes eles quiserem, eles não podem usar esse personagem isolado num roteiro diferente.
Com quadrinhos é a mesma coisa, o Neil Gaiman tem processado o Todd Mcfarlane pelos direitos do Miracleman, não sei quem é Miracleman, mas se o Alan Moore ta escrevendo um personagem criado pelo Neil Gaiman deve ser foda.
Em videogame eu acho engraçado como direitos autorais de personagem não mudavam muito. Não é mito, nem lenda, é fato que o personagem Ryo de Art of Fighting (e também King of Fighters) é o Ryu (de Street Fighter) com cores diferentes e cabeça "recortada", o que talvez seja o plágio mais descarado da história do video-game, mas, o mais impressionante é como tudo foi ajeitado sem tribunais. No jogo Street Fighter Alpha (ou Zero), a Capcom pegou o Ryo (que é uma cópia do Ryu com cores diferente e cabeça recortada e trocada), trocou as cores, recortou a cabeça, colocou outra cabeça e criou o Dan, um personagem patético, de golpes incompletos e que só serve de piada mesmo, pois é horrivel lutar com ele. Ou seja, uma brincadeirinha simples que impediu anos de tribunal. Coisa que talvez não acontecesse, já que a capcom é dona da snk, de qq forma, seria legal se o Neil Gaiman criasse um personagem ridiculo chamado "Miracleguy" que fosse um ex-desenhista que virou um empresário problemático e falido e assim, as coisas se ajeitassem.

terça-feira, novembro 23, 2004

4 da matina.
Tenho prova amanhã e estou acordado... talvez esteja jogando videogame demais... nah...
Videogame, gibi, sexo e rock n roll nunca é demais.
Se eu tivesse mais tempo jogava mais videogame.
Se eu tivesse mais dinheiro, comprava mais gibi.
Se eu tivesse mais nexo, faria mais sexo.
Se eu tivesse mais fé na humanidade, escutaria mais rock n roll.

Enfim, entende? Essas coisas nunca são demais. É o universo ao meu redor que me impede de dedicar 100% do meu ser a isso.
Não só o universo, mas meu próprio eu. Afinal, trabalhar, estudar, etc. fazem parte de mim. Uma parte dispensavel que só serve pra manter o capitalismo girando e roubando, mas enfim, parte.
Ô vidinha escrava, então, tenho jogando GTA: San Andreas e a história se passa em 92, na triplice Los Santos (Los Angeles), San Fierro (São Francisco) e Las Venturas (Las Vegas).
San Andreas conta a história de Carl Johnson (CJ) que volta de Liberty City (Nova York, onde o primeiro jogo se passa, pros desinformados, GTA: San Andreas é o terceiro, após GTA III e GTA Vice City, onde, Vice City representa Miami), enfim, CJ volta de Liberty City para enterrar a mãe, que morreu vitima de uma emboscada para pegar seu irmão, que é lider da gangue da Grove Street, sempre em guerra com os Ballos (que mataram a mãe e o irmão mais novo de CJ).
Enfim, enquanto o primeiro GTA III lidava com o clima caótica de Nova York de meados dos anos 90 (não sei exatamente, minha dedução é 94, mas posso estar errado), onde o crime organizado não é tão organizado assim e GTA: Vice City, lidava com a crescente onda de imigrantes ilegais entrando nos Estados Unidos nos anos 80 (de novo, não lembro a data exata, acho que é 1987) ao mesmo tempo que a cocaína começa a entrar no país, o que, faz de muitos desses imigrantes sem emprego, formarem gangues para sobreviver do tráfico.
GTA: San Andreas trata dos negros e sua cultura de gangue em 1992. A forma como os brancos se trancaram nos suburbios fazendo dos chamados bairros negros (o que, aqui no Brasil, seriam as favelas) em verdadeiras zonas de guerra (por vários motivos, assim como os imigrantes, negros pobres começam a traficar droga até este comércio se tornar maior que a maioria das empresas legitimas e assim, gangues são formadas como se fossem empresas), mas, nisso, temos os dois lados, a familia da Grove Street que são os "traficantes legais" que só vendem maconha, respeitam seus vizinhos, se ajudam em tarefas que nada tem a ver com o tráfico e que se portam como familia; do outro lado estão a gangue dos Ballos que vendem Crack, droga esta, que está destruindo o bairro de forma assustadora, que transforma "gangstas" em escravos viciados, fato este que é bem verdade, percebe-se lendo "Estação Carandiru", o crack, de fato, alterou todas as regras do "submundo", sendo esta, talvez, a droga mais viciante de todas. Enfim, acho que eu passei da metade da história faz pouco tempo, mas, ela é muito bem escrita, sempre mantendo esse ótimo humor politico e acido e lidando muitissimo bem com os sub-estereótipos (existe o estereótipo do negro de gangue, mas dentro desse existe o "gangsta old school", o maconheiro, o líder que se preocupa mais com a vizinhança do que com o tráfico em si, e esse tipo de coisa).
Enfim, isso é o que me manteve acordado poucas horas antes da prova. sem saco e com sono.
Me despeço.

sexta-feira, novembro 19, 2004

O mais interessante desse blog é ver o que eu escrevia quando tinha 15/16 anos.
Cara, eu realmente odiava o colégio... e eu curtia Complicated da Avril Lavigne...
É issae, crescer e mudar, não tenha vergonha do que você já foi, porque, no fundo, ainda é maizomenos a mesma coisa.
(mas, esperançosamente, sem Avril Lavigne)

Ahn, acho que vou voltar com o blogspot, ele ta meio reformulado e a UOL ta zuada...