"Quando a última árvore não der mais frutos e o último rio estiver envenenado, o homem perceberá que dinheiro não se come"
Olha, eu acho que eles diziam a mesma coisa sobre o sal na época dos romanos e supresa! Sal de come.
Não se preocupem, quando chegar a hora, a gente vai comer dinheiro e descobrir que faz muito bem pra saúde.
Um daqueles paradoxos divertidos da era da internet, onde temos um lugar particular que desenvolvemos para ficar sozinhos enquanto nos expomos voluntariamente para todo tipo de gente estranha e má que queira ver.
domingo, janeiro 30, 2005
sábado, janeiro 29, 2005
O presidente fala na tv:
"Companheiros! Hoje é o dia de nossa idependência! As ogivas nucleares atingiram com sucesso Nova York. Isso significa que estamos em guerra contra os vilões que vêm nos saqueado a gerações! O presidente George W. Bush Jr. diria que está em guerra santa contra o Brasil, mas nós enforcamos aquele almofadinha em pleno Cristo Redentor! Agora, mísseis nucleares se dirigem contra São Paulo, Rio de Janeiro e mais algumas cidadezinhas aí. Se vocês moram em algumas dessas cidades, bem, boa sorte, mas meu palpite é de que vocês irão morrer. Quanto aos outros, a PM estará passando distribuindo facões de churrasco para que possamos repelir os invasores! A essa hora, paulista, cariocas e habitantes de menor importância das cidades vizinhas devem estar queimando vivos perantes ao inferno nuclear, se você é de alguma dessas cidades, isso significa que de alguma forma sobreviveu, então pegue sua carcaça imunda e venha lutar pela sua pátria! Esse é o momento da libertação, companheiros! Vamos a luta!"
(Moral da História: Quando essa história acontecer, eu estarei bem idoso e comentando aos meus netos "e pensar que eu reclamava de um presidente apático...")
"Companheiros! Hoje é o dia de nossa idependência! As ogivas nucleares atingiram com sucesso Nova York. Isso significa que estamos em guerra contra os vilões que vêm nos saqueado a gerações! O presidente George W. Bush Jr. diria que está em guerra santa contra o Brasil, mas nós enforcamos aquele almofadinha em pleno Cristo Redentor! Agora, mísseis nucleares se dirigem contra São Paulo, Rio de Janeiro e mais algumas cidadezinhas aí. Se vocês moram em algumas dessas cidades, bem, boa sorte, mas meu palpite é de que vocês irão morrer. Quanto aos outros, a PM estará passando distribuindo facões de churrasco para que possamos repelir os invasores! A essa hora, paulista, cariocas e habitantes de menor importância das cidades vizinhas devem estar queimando vivos perantes ao inferno nuclear, se você é de alguma dessas cidades, isso significa que de alguma forma sobreviveu, então pegue sua carcaça imunda e venha lutar pela sua pátria! Esse é o momento da libertação, companheiros! Vamos a luta!"
(Moral da História: Quando essa história acontecer, eu estarei bem idoso e comentando aos meus netos "e pensar que eu reclamava de um presidente apático...")
quinta-feira, janeiro 27, 2005
Graças a um contrato milionário com uma empresa iraniana, o Sblargh vai mudar de cara. Valores ainda não foram divulgados e o trabalho ainda não foi concluído. Mas para mostrar serviço os empregados que cuidam da fachada mostraram um pedaço do que está sendo feito.
Previsão de entrega: amanhã.
UPDATE: Só faltava um logo, mas achei que assim ficou muito morro. Concluo as reformas com vontade de roubar para mim a planta da obra. Gratos pela paciência.
Posso ser encontrado no prédio ao lado.
Previsão de entrega: amanhã.
UPDATE: Só faltava um logo, mas achei que assim ficou muito morro. Concluo as reformas com vontade de roubar para mim a planta da obra. Gratos pela paciência.
Posso ser encontrado no prédio ao lado.
sábado, janeiro 22, 2005
A chuva caía pesada na escuridão da noite afora afugentando os seres vivos com um mínimo de bom senso em seus corações.
Protegidos em uma casa comum, um casal se entreolhava entediados.
O homem se levanta. Vai até o quarto e volta para a sala com uma enorme barra de metal.
Ele sai na chuva.
Os trovões descem enfurecidos do céu na direção da enorme barra de metal. O chão treme, as casas se recolhem de medo e em seu desespero os tijolos de toda a rua se desmoronam, explosões de fogo e sangue invejam o próprio Deus que manda a terra mais e mais trovões até a singela barra de metal até que não sobre nada a não ser ruínas e cadávares.
O homem volta para a casa.
A mulher olha.
"Ainda estou entediada"
Protegidos em uma casa comum, um casal se entreolhava entediados.
O homem se levanta. Vai até o quarto e volta para a sala com uma enorme barra de metal.
Ele sai na chuva.
Os trovões descem enfurecidos do céu na direção da enorme barra de metal. O chão treme, as casas se recolhem de medo e em seu desespero os tijolos de toda a rua se desmoronam, explosões de fogo e sangue invejam o próprio Deus que manda a terra mais e mais trovões até a singela barra de metal até que não sobre nada a não ser ruínas e cadávares.
O homem volta para a casa.
A mulher olha.
"Ainda estou entediada"
domingo, janeiro 02, 2005
Se olhou no espelho e não gostou muito do que viu.
Balançou com as mãos as gordurinhas e fez uma cara feia, "vou emagrecer esse ano" pensou.
Pôs um vestido branco, olhou para o espelho e fez novamente a cara feia, "vou arrumar um emprego bom esse ano, aí vou comprar umas roupas decentes".
O telefone toca.
"Alô"
...
"Já to indo"
...
"Já falei que to indo caralho!"
Desligou o telefone.
"Vou arrumar um namorado melhor esse ano também; grosso filho da puta!"
Saiu de casa, fechou a porta e trancou, mas logo se lembrou de algo, abriu rapidamente a porta, correu para dentro e pegou o maço de cigarro "quase esqueci" pensou.
Olhou para os cigarros um tempo "depois da meia noite, não fumo mais! Nunca mais!"
Saiu novamente, trancou a porta, o carro do outro lado da rua buzinava.
"Já to indo porra!" gritou.
Estava atravessando a rua quando um caminhão a atropelou.
Balançou com as mãos as gordurinhas e fez uma cara feia, "vou emagrecer esse ano" pensou.
Pôs um vestido branco, olhou para o espelho e fez novamente a cara feia, "vou arrumar um emprego bom esse ano, aí vou comprar umas roupas decentes".
O telefone toca.
"Alô"
...
"Já to indo"
...
"Já falei que to indo caralho!"
Desligou o telefone.
"Vou arrumar um namorado melhor esse ano também; grosso filho da puta!"
Saiu de casa, fechou a porta e trancou, mas logo se lembrou de algo, abriu rapidamente a porta, correu para dentro e pegou o maço de cigarro "quase esqueci" pensou.
Olhou para os cigarros um tempo "depois da meia noite, não fumo mais! Nunca mais!"
Saiu novamente, trancou a porta, o carro do outro lado da rua buzinava.
"Já to indo porra!" gritou.
Estava atravessando a rua quando um caminhão a atropelou.
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