sábado, agosto 30, 2008

quinta-feira, agosto 21, 2008

Sobre a necessidade metafísica do homem

SCHOPENHAUER, Arthur. The world as will and representation, Volume II. New York, Dover Publications 1966 - 1969, p. 161-187
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pequeno trecho porque demoraria demais traduzir tudo agora.
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Por metafísica eu entendo todo o chamado conhecimento que vai além da possibilidade da experiência, e portanto além da natureza ou da aparência fenomênica das coisas, em ordem de dar informações sobre aquilo pelo qual, em algum sentido ou outro, essa experiência está condicionada, ou em linguagem popular, sobre aquilo que está escondido atrás da natureza, e torna a natureza possível. Mas a grande diferença original nos poderes do entendimento, e também de seu cultivo, que requer muito ócio, causa que grandemente varie entre os homens de modo que, assim que uma nação se extrai de seu estado inculto, nenhum um sistema metafísico pode satisfazê-la toda. Portanto no caso das nações civilizadas nós geramos encontramos dois tipos de sistemas metafísicos, distinguidos pelo fato de que um tem suas verificações e credenciais internamente enquanto o outro externamente. Como os sistemas metafísicos do primeiro tipo requerem reflexão, cultura, ócio e julgamente para o reconhecimento de suas credenciais, eles podem ser acessíveis apenas para um número extremamente pequeno de pessoas; além do mais, eles podem ascender e se manter apenas no caso de uma civilização avançada. Os sistemas do segundo tipo, por outro lado, são exclusividade da grande maioria de pessoas que não são capazes de pensamento, mas apenas de crença, e são suscetíveis não a argumentos, mas apenas autoridade. Esses sistemas podem portanto ser descritos como metafísica popular, com analogia a poesia popular ou sabedoria popular, que são o caso dos provérbios. Esses sitemas são bem reconhecidos sob o nome de religiões, e são encontrados por todas as raças, com exceção das mais incivilizadas de todas. Como eu disse, sua evidência é externa, e portanto, chamadas revelição, cuja autenticidade são sinais e milagres. Seus argumentos são primariamente ameaças de meus eternos e, de fato, também temporários, dirigidos contra os descrentes, e até mesmo contra os meros duvidadores. Como um ultima ratio theologorum ("último argumento dos teólogos") nós encontramos entre as muitas nações a fogueira e coisas do tipo. Se eles procuram uma autenticação diferente ou usam diferentes argumentos, eles realizam a transição entre os sistemas do primeiro tipo, e podem degenerar em um cruzamento de ambos, o que produz mais perigos que vantagens.

House is God Motherfucker!

A série americana "House", exibida na noite desta quarta-feira (20), deixou a Record empatada com a Globo na liderança de audiência.

segunda-feira, agosto 18, 2008

A primeira vitória contra o Império Skrull!



É com enorme prazer e gratidão àqueles que bravamente deram suas vidas pela liberdade, anunciar que a Grã-Bretanha, designada para ser a nova capital do Império Skrull, está livre!!!

Oh, ciência.

Leitura dá mesma emoção que cinema, afirmam médicos:

Área ativada ao ler é a mesma que entra em ação ao ver imagens filmadas.
Região também é a mesma que é ligada quando a própria pessoa passa pela experiência.
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Traduzindo: Não, não conseguimos indentificar a diferença neural entre ver um filme, ler um livro e passar pela experiência, então vamos dizer que é tudo a mesma coisa.

domingo, agosto 17, 2008

Pós-modernismo, 11 de Setembro, stuff.

Inspirado por essa resenha do livro de Alan Sokal; "Beyond the Hoax: Science, Philosophy and Culture".
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O artigo em questão é um comentário sobre o livro de Alan Sokal, o sujeito que fez aquele famoso experimento em que ele criou um artigo totalmente nonsense, cheio de fatos errados e enviou para uma revista cientifica pós-modernista e acabou sendo publicado; só pra depois enviar um outro artigo apontando as próprias falhas que cometeu de propósito e, enfim, isso acabou virando uma "prova" que pós-modernos não sabem do que falam.
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O artigo faz um longo comentário acerca disso e do pós-modernismo, mas ele toca num assunto (e logo o abandona) que eu achei muito interessante; esse paragrafo resume:

"But the more pressing problem is that the kind of postmodernism that was Sokal's special target is now widely held to belong to yesterday. Before September 11, the story goes, academe allowed its 'anything goes' tendency to grow unchecked. With long prosperity, the disappearance of the Cold War, and the lack of any great causes to substitute for it, a certain playfulness--an ironic, aesthetic, and disengaged attitude to life -- was quite tolerable. This was history's leisure time. We did not need too much self-scrutiny, and certainly not nervous and serious books about who we are and what we stand for and where we may be heading. The relativist could hold court as the lord of misrule. You disagree with me? Whatever. That's your view, and who's to say? I expect it is true for you."

A primeira coisa que isso faz eu me perguntar é o quanto "A Verdade" se tornou popular depois do ataque terrorista; logo depois do ataque, poucos meses depois, talvez menos, eu lembro de estar assistindo algo e alguém dizendo "e pensar que pouco antes o nosso maior interesse era Britney Spears com uma cobra, agora temos que amadurecer" ou algo do tipo; na época eu achei besteira, vendo de fora, recebendo a américa puramente via seus seriados, não notei nada de diferente, mas quando vemos os debates, as publicações, os autores que se destacaram nesse período, então sim, há, na verdade, uma tentativa muito forçada de amadurecimento.

Num geral, como o artigo diz, o ambiente seguro após a guerra fria permitiu uma visão mais descontraída da vida; no meu ver, isso *permite* uma postura mais relativista em relação ao mundo, se nós não *precisamos* encontrar respostas, porque nenhum problema muito grave nos afeta, então o relativismo se torna a postura democraticamente mais saudável, afinal, por definição, o relativismo abre o debate pra qualquer um, até para o maior dos dogmáticos, e aí vira aquela coisa engraçada: o dogmático pode debater, desde que ele aceite debater pra sempre, afinal, todos os dogmatismos tem o mesmo peso e a liberdade dele debater seu dogmatismo está no ato de dar liberdade ao outro debater o dogmatismo dele.

O que muda com o 11 de Setembro é que as nações democráticas se sentem ameaçadas, as consequências materiais disso é o aumento de guerras, aumento de preços, aumento de restrições a liberdade, mas uma consequência espiritual é a necessidade de respostas, a necessidade de se defender contra ideologias externas, enfim, é preciso uma verdade, aí está uma das origens em torno do debate atual entre os ateus cientificistas e os cristãos; o que houve é que existia um vácuo no poder, o que não tinha problema, pois poder não precisava a ser exercido, mas a partir do momento que o ocidente se sente ameaçado, ele logo tenta preencher esse vácuo; os candidatos foram óbvios: de um lado a religião, de outro lado a ciência; o primeiro deixando de lado o mistério inerente ao ensinamento de que, como criaturas imperfeitas, jamais podemos conhecer a verdade do criador perfeito e o segundo deixando de lado o saudável ceticismo e a consciência de que ciência é um trabalho sempre em progresso.

A questão, então, que uma das bases do pós-modernismo se faz evidente (e oculta) no momento em que ele se torna uma idéia "do passado"; ou seja, quando o relativismo pós-moderno está presente, não há a tal "vontade de poder" que existe tradicionalmente* (aí a flecha vai pro lado que quiser; não há vontade de poder porque o pós-modernismo a denunciou ou há pós-modernismo porque a tranquilidade dos tempos extingue a necessidade de ter poder?), os debates acontecem quase que por brincadeira, por "bragging rights", pelo prazer de ter os outros concordando com você, mas não importa quem vence, o relativismo ainda é a regra, a democracia liberal norte-americana vai continuar firme e forte, o estilo de vida vai continuar o mesmo, os cientistas continuarão as pesquisas em seus labs, os religiosos continuarão as doutrinações em suas igrejas, enfim, a vida continua, enfim, sendo o debate intelectual uma atividade lúdica, não há motivo para atrapalhar a brincadeira e trapaçear; então os religiosos admitem mais mistérios, os cientistas se mostram mais céticos e mesmo onde há dogmatismo, sempre começa com "entende o seu lado, mas", o que, claramente, muda de figura quando as pessoas *esperam* uma resposta; quando o presidente é eleito com um discurso religioso, quando o posicionamento dos intelectuais marca a diferença entre guerra e paz, quando o governo começa a agir contra a liberdade, enfim, quando a corda aperta, o debate deixa de ser uma brincadeira e se torna uma postura política, com isso, certamente, as vontades de poder todas se tornam mais evidentes, mais fortes, no momento em que as pessoas mais precisam de respostas, seus guias mais se enchem de certeza, mais precisam inspirar certeza; permitir que o outro lado ganhe o debate, significa arriscar algo do estilo de vida e com estilo de vida não se mexe, assim, ao mesmo tempo que a vontade de poder se torna mais evidente para quem vê de fora, ela se torna menos evidente para quem vê de dentro, afinal, ninguém percebe a própria ideologia.

*Esse texto corre muito o risco de colocar o relativismo pós-moderno como o herói da democracia em oposição aos malvados dogmatismos; é claro, a denuncia do pós-modernismo à razão como sendo vontade de poder é, claro, uma argumentação racional que é vontade de poder; como Sokal sempre deixou claro, o que os pós-modernos sempre fizeram foi exagerar certas tendências da ciência para avançar seus próprios ideais esquerdistas - e por vezes não era democracia o que eles tinham em mente, mas a questão é que relativismo é auto-derrotista, enfim, relativismo é um bom governante por ser um governante incompetente; é algo como um governante que é incapaz de se fazer adorado pelos seus súditos, mas que se mantém no poder ao tornar toda facção opositora igualmente débil.
Assim, a ciência prosseguia nos labs sem levar o relativismo em conta, a religião prosseguia nos templos sem levar o relativismo em conta, o norte-americano médio comia hamburguer sem levar o relativismo em conta, mas havia esse clima de respeito mútuo porque havia essa crença de que se o respeito fosse perdido, se se permitisse que uma facção ganhasse poder demais, então totalitarismo seria a consequência; o que acontece quando se perde a segurança é que há um desejo por totalitarismo, então as facções se armam pra batalha, só pode haver um presidente e ele atenderá a uma só verdade, então que seja a minha, eis como que think tanks se tornaram tão importantes, como comentadores de rádio se tornaram tão importantes, como que os debates acadêmicos se tornaram tão importantes e o irônico é que, de certa forma, é tudo meio que mais falso do que quando o debate era de brincadeira. Um artigo é lido com uma opinião formada de antemão, afinal, o que está em jogo não é se o mundo existe há 6000 anos ou há bilhões, mas quem será presidente, provar um ou outro é, no fim do dia, endorsar esse ou aquele candidato, então se aprende muito pouco, se muda de opinião muito pouco, se convence muito pouco, mas se discute muito e é sempre papo sério. No desespero por ter respostas, as pessoas acabam deixando de lado o que as leva à respostas e aceitam o que aparece.
Na falta de respostas, as pessoas encontram certezas.

quarta-feira, agosto 13, 2008

Ahhh! Que linda!



Nem tinha percebido que essa estava no meio dos torrents! Que felicidade!

(Ps: Espero que essa capa agrade a dona Lisiane)

terça-feira, agosto 12, 2008

Ms. Marvel


As histórias da Ms. Marvel não são o ápice da genialidade (embora sejam eram bem divertidas antes de ela se tornar tão importante dentro da S.H.I.E.L.D), mas minha nossa, que ótimas capas. (e antes que alguém insinue que é por causa do decote, saca a quantidade de detalhezinhos, a pose, os broches, a escolha do tema, em si, já é genial)

segunda-feira, agosto 11, 2008

Quadrinhos da semana passada

E é, essa resenha vai ser mais bobinha, na verdade eu acho que essas coisas são da semana retrasada e eu não li tantas coisas quanto li na semana passada, enfim, ninguém lê isso, Rodrigo e suas tentativas de criar um hábito, coisa que eu nunca consigo fazer (fuck you David Hume).
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Ah, deixa pra lá, eu apaguei a porra do torrent, aí eu não posso dar aquela olhadinha no gibi pra lembrar da história e pans.
E meu plano malevolo de me tornar uma pessoa responsável é arruinado de novo (RESENHAR OS QUADRINHOS ERA PARTE DE UM SISTEMA! AGORA O SISTEMA ESTÁ MORTO! O SISTEMA ESTÁ MORTO!).
Em outras histórias, eu provavelmente não devo ter sido o único a notar que a seção "lá fora" do omelete deixou de ser uma seção totalmente sobre quadrinhos pra ser uma seção com uma menção por cima de alguma coisa de quadrinhos que está saindo lá já faz um tempo, aí esses dias o autor explicou o porque, disse que era porque saía muita coisa por semana e não dava tempo de ler tudo, eu bem acredito nele, visto que mesmo fazendo download de 2 gigas em torrent por semana, eu ainda não baixo tudo e eu ainda não tenho saco de ler tudo e mesmo entre as coisas que merecem minha atenção (e olha que não me oriento apenas pela capa, eu leio umas boas duas ou três páginas antes de decidir que algo não merece minha atenção), ainda tem bastante lixo, isso me faz pensar muito sobre o mercado editorial norte-americano, em suma, uma frase: Quem compra esse lixo todo?

Não vamos dizer que é uma questão de gosto, Rodrigo não tem um gosto nada sofisticado pra quadrinhos, gosto de super-heróis, quanto mais simples, quanto mais bem vs mal, quanto mais um cara de roupa colorida machuca o outro cara de roupa colorida roubando o banco melhor. Eu gosto quando encontro algo diferente, mas vá lá, eu leio os super-heróis toda semana, passei a noite buscando coisas da DC e mesmo não conhecendo 95% dos personagens, eu FINALMENTE entendi como funciona a porra do multiverso deles (ou não, eu ainda não entendi se a Earth-2 da Society Justice of America Anual é de fato Earth-2 pré-crisis ou se é uma nova Earth-2 post-52; de qualquer forma, as terras alternativas pós-52 deveriam ser todas iguais, então eu sei lá, é, eu não entendi, mas eu estou realmente achando que Final Crisis está melhor que Secret Invasion; por algum motivo, Secret Invasion não está legal como deveria, o que deveria ser uma história sobre skrulls infiltrados virou "Ele tem o poder do Wolverine E do Ciclope, oh meu deus herói aleatório 25, como você vai fazer para detê-lo?"), enfim, meu gosto é uma droga, eu leio o lixo, pra eu falar que algo é lixo é porque algo é ilegivel, seja porque a arte é pior do qualquer fanzine xerocado (aham, tipo o meu) e nossa, como tem desenhista de editora grande que cai fácil fácil na categoria "péssimo artista", no fim das contas, pra gibis menos populares, acho que entregar no prazo vale mil vezes mais pra manter seu emprego do que entregar algo com qualidade, seja porque a história é tão doentemente ruim que eu sinto que o roteirista está apontando pra minha cara e dando risada, dizendo "se você perder tempo da sua vida lendo essa história você é um imbecil", então voltamos a minha pergunta: quem compra esse lixo? Eu baixo DE GRAÇA e NÃO LEIO! Eu tenho ele, na minha frente, ao alcance de dois cliques e mesmo assim eu me recuso a desperdiçar minutos da minha vida lendo, quem que gasta dinheiro com essas coisas?

Quer saber, os EUA tão precisando mesmo de uma crise econômica que é pra eles aprenderem a só pagarem o que vale.

terça-feira, agosto 05, 2008

Prole

Boas histórias de vampiro costumam ter uma dinâmica interessante em relação a prole.
Um vampiro "bem intencionado" entende o pecado que é passar sua maldição adiante para outra pessoa e, portanto, vampiros costumam viver vidas bem solitárias e geralmente é essa solidão que os fazem cometer o pecado da reprodução.
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Acho que o único tipo de sexo permitido deveria ser aquele com fins recreativos, deveríamos ter um tabu imenso em relação ao sexo reprodutivo, colocar outra vida no mundo deveria ser o maior dos pecados, maior que o suicidio.
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Só deveria ter direito a reprodução aqueles corajosos o bastante para serem imorais e fortes o bastante para aguentar o peso de um pecado mortal.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Videogames e polêmicas

Fat Princess revolta feministas

Primeiro, eu acho que a mídia está exagerando nisso: veja bem, eu vi pelo menos uns 5 sites de videogames E a Fox News falando que "feministas estão revoltadas com Fat Princess", entretanto, TODOS os sites tem como fonte apenas os dois mesmos blogs; então na verdade, seria "duas blogueiras que se auto-intitulam feministas estão revoltadas com fat princess".
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Dito isso, minha primeira reação foi "ah, essa gente besta", mas agora pensando bem, vamos pelo óbvio, se algo ofende alguém, logo algo é ofensivo; então a questão não é se o jogo é ofensivo ou não, mas se devemos levar a sério quem foi ofendido, algumas pessoas são sensíveis demais pro bom senso, afinal de contas.
Dito isso(2), eu não sou mulher e nem sou obeso, logo não tenho como dizer se as mulheres obesas deveriam ou não se ofender com o jogo.
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Sobre o respeito que sinto pelas blogueiras em questão, dos dois blogs, temos uma menina que aparentemente não joga videogame (e criticar videogame sem jogá-los já é um cliche da industria) e que fez aquele post recheado de palavrões colocando uma foto de si própria mostrando o dedo do meio no final e, really, levar isso a sério é que nem levar meu post sobre o watchmen a sério, a menina não é uma "feminista", ela é uma doente em um surto de raiva, acredito que ela tenha se ofendido, mas meh, é quase como quando um racista se ofende por ter sua "liberdade de expressão" violada, sim, ele teve sua liberdade de expressão violada, mas ah, que peninha de galinha.
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O segundo blog, intitulado "feminist gamers", fez um post mais moderado, apontou que o jogo é excelente, um dos melhores desse ano aliás, mas que eles poderiam substituir a princesa gorda por um bau de ouro e ao invés de deixá-la mais pesada com bolos, deixá-lo mais pesado com ouro; faz sentido, é elegante, continua no tema medieval, não muda o jogo, infelizmente, o jogo já está pra lançar esses dias, então não tem como mudar isso, eu não previa que o jogo fosse ofensivo, como provavelmente os produtores também não, mas se alguém tivesse notado isso durante a produção, seria bom que eles tivessem mudado, os meninos que jogam videogame por aí estão unívocos ao falar que perderiam respeito à empresa se eles mudassem o jogo por causa de blogueiras, mas isso são adolescentes bobocas falando + síndrome de norte-americano que se sente oprimido por não poder ofender gratuitamente todo um grupo de pessoas.
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É quase uma questão de uso da razão pública e uso da razão privada, embora aqui há uma distinção entre o que eu digo com isso e o que Kant dizia com isso.
Para Kant, o uso da razão privada era aquele que você fazia na sua vida particular, mas em termos de emprego e mesmo serviço público, aqui eu digo num sentido mais "senso comum" da coisa: na sua roda de amigos, ofenda quem você quiser, que importa pra qualquer um o que um bando de doidos diga?
Já quando você faz um produto, abre um restaurante, etc e etc, a coisa muda, você entra na esfera pública e a regra é quanto mais pessoas você incluir, melhor; não me venha falar de liberdade de expressão, liberdade não é uma coisa que existe ou não existe, é um estado de coisas causado, em primeiro lugar, pela paz voluntária (oposta à paz coerciva, em que existe paz somente por causa de um aparelho jurídico que usa de violência para manter a paz); se um grupo de pessoas se sente ofendida e isso cria algum tipo de cisão na sociedade, restaurar essa cisão ganha prioridade à liberdade de ofender alguém.
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O caso dos obesos é sempre mais complicado, porque é um caso onde existe a sensação de que as pessoas são obesas porque querem, mesmo enquanto há cada vez maior a admissão de que vícios por cigarro, álcool e substâncias químicas num geral são doenças, ainda é difícil admitir que ser obeso é uma doença e que deveríamos olhar para os obesos como aflingidos por algum mal externo à seu livre-arbítrio ao invés de alguém simplesmente preguiçoso demais pra emagrecer.
Mas eu não vou julgar aqui nem por um lado, nem pelo outro, não sou nutricionista, nem nada do tipo, pra ficar falando coisas do tipo; só apontanto mesmo uma dificuldade específica que aflinge os obesos e que faz com que as pessoas não os respeitem quando estes se sentem ofendidos quando um jogo utiliza uma princesa gorda como alivio cômico.
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Distribuidor de jogos tailandês suspende vendas de GTA4 por causa de um homícidio
Primeiro: G1 e seu típico "pior jornalismo que todos os universos possíveis poderiam conceber"
Percebe a diferença do meu título pro título deles?
Sim, o meu título diz o que a reportagem diz, que UM distribuidor de jogos suspendeu as vendas, enquanto a manchete deles desmente a reportagem ao dizer que A TAILÂNDIA (UAU, o país INTEIRO?) suspendeu a venda dos jogos.
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Passado isso, talvez tenha sido uma das primeiras dessas notícias que eu vi em que realmente o jogo tenha influenciado a pessoa; o menino roubava taxis em jogos e quis ver se era tão fácil na vida real.
Imagino ele abrindo a porta do taxi, tentando puxar o taxista pra fora (como acontece no jogo) e quando falhou, ele puxou a faca e a tragédia ocorreu, mas o legal é querer apontar que O JOGO é o culpado (mais de 6 milhões de jogos vendidos, UMA pessoa causa um crime e a exceção se torna a regra):

"A polícia informou que o jovem não mostrava sinais de problemas mentais durante o interrogatório, e que havia confessado ter cometido o crime por causa do jogo."

Agora, eu não sei qual a sua definição de "sinais de problemas mentais", mas ter confessado ter assassinado alguém ao tentar imitar a cena de uma jogo de videogame NÃO É, por si só, um sinal de problema mental?

Ah, mas se algo estiver de errado com o jovem, então não está de errado com o jogo; ele não pode ser um adolescente pertubado, ele TEM que ser um jovem perfeitamente normal, que nem o SEU FILHO que depois de amanhã vai assassinar alguém por causa do jogo!
TENHAM MEDO!
TENHAM MEDO!

sexta-feira, agosto 01, 2008

Quadrinhos da semana passada

Porque eu procuro me manter mais ou menos uma semana desatualizado.
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Ambush Bug: Year None #1 (de 6)
Ambush Bug investiga a morte de Jonni DC; é MUITO engraçado, mas eu provavelmente me divertiria bem mais se manjasse de DC Comics (isso vai ser algo frequentemente repetido aqui)

Angel: Revelations #3 (de 5)
E a história que ninguém dá a minima sobre um personagem que ninguém gosta continua a ser contada de uma maneira que ninguém vai lembrar daqui 2 semanas.

Batgirl #1
Sabe, eu gosto bastante dessa Batgirl, de todos os morcegos, ela é talvez a que mais se pareça com o batman e com rumores de Bruce Wayne se aposentando, seria bom se ela se tornasse a nova líder da bat-family; dito isso, ficaria estranho dado o quanto a história gira em torno de ela não ser alguém confiável por causa da sua história recente, ainda assim, é uma ótima personagem, mesmo com um roteiro e com um desenho razoavelmente genérico. (me visto de morcego, sou obcecado, não mato, mas grr, te machuco bastante)

Batman: Gotham After Midnight #3 (de 12)
A história não é ruim, mas o desenho atrapalha demais, gosto bastante do estilo meio batman animated, mas o problema não é bem o estilo do desenho, como a habilidade do desenhista em contar a história; a cena final por exemplo é muito bem desenhada, mas é isso, é o tipo de coisa legal nos painéis grandes e chamativos, como storytelling deixa a desejar. Ainda assim, eu não consigo imaginar essa história se estendendo por mais 9 edições.

Batman and the Outsider #9
Meh, super-heróis, é sempre questionável quão bem o batman funciona fora do ambiente noir dele e, de fato, a história funciona enquanto há um grupo de super-heróis investigando algo, mas deixa de funcionar quando esse algo são aliens (ou sei lá)

Birds of Prey #120
É, eu provavelmente deveria saber o que acontece pra essa história fazer sentido e ser aproveitável, mas ainda assim, boa história, entretenimento, eu gosto tanto da oráculo... nem tanto da canário negro.

Black Summer #7 (de 7)
Escrita pelo Warren Ellis; se não fosse seria boa, mas como é o Warren Ellis... sei lá, é desapontador ver coisas só boas desses nomes.

Brave And The Bold #15
Sério, quem exatamente contrata alguém assim pra desenhar pra DC? Nem consegui ler essa coisa.

Broken Trinity #1
Esse universo da Top Cow está melhor que eu me lembrava, mas ainda não é nada de lá especial, adorei o desenho e a história está se tornando uma ótima história de super-heróis e terror, o conflito entre Sarah Pezzini e Jack Estacado parece bom e promissor, enfim, é uma ótima primeira edição, que promete bastante, constrói a história e enquanto isso traz ação na forma de "contando a história desse personagem violento", então é, eu não sei o que mais de especial eu posso querer, vai, deixa de ser chato Rodrigo, é muito bom isso e eu espero ler mais.

Captain America #40
Continua sendo a melhor revista da Marvel; impressionante que você consiga ter uma capa com dois capitães américa se degladiando e nenhum deles ser Steve Rogers, em um sentido maior do que "nenhum deles é x personagem debaixo da máscara"; Bucky Barnes definitivamente não é Steve Rogers e embora ele nunca realmente tente ser uma cópia do antigo capitão américa, é excelente ver como a pressão de vestir o uniforme o afeta; já quem ele enfrenta *tenta* ser uma cópia do capitão américa, mas é impressionante ver como o mesmo uniforme e o mesmo discurso pode ser usado contra a democracia, é simbolismo at its finest, aliás, há anos que as revistas do capitão américa são mais simbólicas que qualquer coisa, isso é mitologia in the making, dá até vontade de que essa revista atingisse o mainstream pra valer.

Charlatan Ball #2
Heh, não.

Daredevil #109
Quando veremos uma história ruim do demolidor? Espero que nunca. Acho que é a revista que está há mais tempo consistentemente excelente. Essa história tem de tudo, as neuroses do Murdock, seu lendário problema de proteger as mulheres ao seu redor, seu lado advogado, seu lado justiceiro, uma conspiração que ainda não se revelou e que eu não faço idéia de como vai se resolver na próxima edição - e tudo isso pra salvar a vida de um criminoso - sério, demolidor no seu melhor.

Deepak Chopra's Buddha - A Story Of Enlightenment #4
Me incomoda de certa forma o autor reescrevendo a história de Sidarta, ainda mais colocando um assassinato no meio, tem que admirar o budismo por permitir essas coisas sem alarde, se alguém escrevesse uma história séria sobre jesus matando alguém num acesso de fúria, jamais deixariam o autor em paz (ou passaria desapercebido como sendo uma paródia do cristianismo), mas a intenção da história é realmente ser uma história de iluminação e nisso ela se esforça pra passar sua mensagem e contar a história ao mesmo tempo... e ele consegue, de certa forma, mas talvez fosse necessário deixá-la mais lenta, talvez com medo de assustar o público norte-americano, o autor faz um milhão de coisas acontecerem na edição e acho que não precisaria de tanto, poderia passar mais tempo explorando as coisas, ao invés de jogar acontecimentos e acontecimentos intercalados com dialogos espirituais.

Don Pendleton's The Executioner #4
Lixo.

Final Crisis: Rogue's Revenge #1 (de 3)
Ok, eu não entendo, talvez seja minha natural desinformação do universo DC, mas exatamente porque é contra é tão perigosos matar um velocista? Porque de repente super-vilões estão tão chateados que conseguiram de fato matar um super-herói? Porque eles atacaram o kid flash sem esperança de matá-lo de fato e agora se amarguram por ter conseguido? Talvez sejam perguntas que devam atiçar minha imaginação e querer comprar o próximo gibi ou talvez seja mal roteiro, é triste que eu não saiba diferenciar.

Flying Saucers vs The Earth #3
Crap.

Ghost Rider #25
Eu acompanho esse gibi todo mês faz um ano e ainda não faço idéia do que está acontecendo, ok, eu entendo a premissa, Johnny Blaze finalmente descobre quem é responsável por ele ter se tornado o motoqueiro fantasma e segue as pistas até um sujeito numa prisão (e afinal, não é ele, ele é só um capanga), mas ainda assim, eu leio e as palavras não fazem sentido, esses desenhos não fazem sentido, acho que ler tanto gibi está desenvolvendo um tumor no meu cérebro.

Goblin Chronicles #3
Gah... não.

Gravel #3
Mais mediocridade do Warren Ellis; dessa vez é tipo, Hellblazer... com uma arma... e sem *todas* as coisas que fazem Constantine um personagem tão legal.

Green Lantern Corps #26
Eu tenho algo inerentemente contra história da Green Lantern Corps; o anel do lanterna verde é algo incrivelmente poderoso, quantas ameaças podem existir que possa desafiar uma dúzia deles sem que faça os heróis parecem patetas que não sabem usar a própria arma? Pois é, então, é o problema dessa história, o vilão é forte, aí os lanternas vão e atiram todos ao mesmo tempo, o vilão resiste e joga alguma pedra ou um raio ou whatever e derruba todos ao mesmo tempo, até que alguém sozinho faz algo de diferente e derrota o sujeito - sem contar a quantidade de sangue, ok, na boa, sangue e DC não combinam.

Hellblazer #246
Ótima história, clássico Hellblazer, não sei mais o que acrescentar, é nada de mais, nada de menos, dito isso, "nada de menos" em termos de hellblazer significa uma ótima história... só a capa que engana, eu realmente esperava mais punks...

Immortal Iron Fist #17
A história do Punho de Ferro se torna tão mais legal agora que ele descobriu que dos 60 e poucos Punhos de Ferro anteriores a ele, apenas um sobreviveu além dos 33 anos... idade que ele tem agora. Além de Danny Rand estar doando toda sua fortuna, é uma boa história, mesmo que razoavelmente confusa. É muito bom quando pegam um personagem relativamente obscuro e o tornam bom.

Joker's Asylum - Scarecrow #1
Excelente história! Excelente! Quase me entristece que o batman tenha aparecido no final pra salvar o dia! Excelente história!

Justice League of America #23
Ok, eu tão não me importo com essa gente.

Legion Of Super-Heroes #44
Ok, eu tão não me importo com essa gente. (2)

Marvel - 1985 #3 (de 6)
Ok, eu tão não me importo com essa gente. (3)

Mighty Avengers #16
Com essa gente eu me importo, mas de todas as excelentes edições dos vingadores que tem surgido desde a secret invasion, essa é a mais meh, basicamente, ela nos revela como que a Elektra foi substituida e como ela se tornou lider dos ninjas da Hand e, enfim, nos conta essa história... mas é uma história que valia a pena ser contada? A gente já sabia que a Elektra tinha sido substituída e assumido liderança dos ninjas e agora... bem, a gente sabe que isso aconteceu, mas com mais detalhes... ok...

Monster Pile-Up #1
Meh

Moon Knight #20
Essa é supostamente pra ser uma boa história do Moon Knight, mas no fim, é a mesma velha rotina do super-herói que é violento, mas não mata. Genérico.

New Avengers #43
Outra história que valia pouco a pena ser contada. É óbvio que esse capitão américa era falso, mas enfim, vale a pena ver como que se criou toda a ilusão de que eles passaram anos no espaço tentando voltar pra terra; na verdade, essa história é pouco importante em termos de capitão américa e muito em termos de quem é de fato real naquela espaçonave (meu chute é o fera, além de, como já dito, a mockinbird).

New Warrior #14
Ah, eu não entendo esse título, outro título que faz um ano que eu leio e não faço idéia do que acontece, só que diferente do motoqueiro fantasma, eu nunca fiz idéia do que acontece nesse título, não consigo nem resumir a sinopse... e eu gosto tanto da jubileu. =/

Night & Frog #2
Porque essa gente de editoras pequenas publicam lixo? Vocês são editoras pequenas! Aproveitem a liberdade editorial seus putos! Já não existe lixo o bastante na Marvel e na DC? Vocês precisam mesmo montar uma editora nova pra *mais* super-heróis ou aliens ou sei lá o que é essa droga?

Ramayan 3392 A.D. - Reload #7
Algo de errado quando eu demoro mais pra escrever o titulo do que o comentário

Robin #175
Quando foi que o Robin ficou tão macho? Ótima edição! Ansioso pra ver o resto do Batman R.I.P!

Scream Queen #2 (de 5)
É bom ver pessoal tentando fazer algo diferente de super-heróis, mas precisa ser lixo?

She-Hulk #31
Mulher-Hulk contra X-Factor, a luta que você nunca quis ver, mas que é muito boa mesmo assim.
Com Skrulls de bônus!

Sky Doll #2 e 3 (de 3)
Sinto muito ter perdido a primeira edição, porque é uma história muito boa, com um desenho muito fofinho; é bom que o final tenha deixado aberto para mais edições, vale a pena mesmo.

Star Wars: Knights Of The Old Republic #31
E no passado, os jedis enfrentam problemas

Star Wars: Legacy #26
E no futuro, os jedis enfrentam problemas (pelo menos tem um skywalker na parada)

Superman #678
Superman enfrenta alguém tão forte quanto ele... e nada além disso.

Tank Girl - Vision of Booga #3
The Exterminators #30
Lixo.
Lixo.

The Flash #242
Está interessante, ansioso pra ver aonde isso vai dar, embora seja previsível, mas enfim, esses gibis deprimentes tem precisado de um final feliz ultimamente, nos dê esse final feliz Flash! Confio em você!

The Helm #1
"You are the worst hero ever!"
Poucas vezes uma capa foi tão sincera.

The Spirit #19
Sérgio Arágones é infalivel! Perfeito!

The Straw men #1 (de 12)
Sério? O que a gente faz quando a cena alternativa consegue ser mais cliché que o mainstream? Céus.

Thunderbolts #122
Escritos pelo Warren Ellis, Thunderbolts era um dos melhores gibis da Marvel, agora sem ele dá pra perceber o quanto a nova equipe tenta emular a antiga, com limitado sucesso (tanto desenhista quanto roteirista parecem versões pioradas de Warren Ellis e Mike Deodato).
Num geral seria uma história média, mas acho que o que a torna ruim mesmo é a cena final, claramente diferente da cena de Secret Invsasion #1, onde um Norman Osborn sério e ferido dizia "vamos conversar", agora há um Norman Osborn sorridente com duas taças na mão, quero dizer, porra, é a MESMA CENA, custava o sujeito ter aberto a porra do outro gibi e copiado?

Tiny Titans #6
Taum legal.

Trinity #7 e #8
Como um gibi com Batman, Superman e Mulher-Maravilha consegue fracassar?

Two Face: Year One #1 (de 2)
A história é boa, mas preocupa que ela é ao mesmo tempo a história do filme e do longo dia das bruxas, diferente do que geralmente acontece nos Year One da vida, essa é meio redundante...

Uncanny X-Men #500
Já sentiu pena dos super-heróis? De eles viverem num mundo com inimigos? Porra, eu sei que super-heróis tem que enfrentar dificuldades, mas deu uma vontade tão grande de ver a história terminar com eles tranquilos depois de um dia bem sucedido de relações públicas; enfim, a história é excelente e me fez total compartilhar o desejo dos heróis de acabar com essa nova ameaça, ao mesmo tempo que me assusta que a ameaça parece grande demais pra eles. É clássico super-heróis, palmas e palmas a Ed Brubaker por me causar esses sentimentos.

Universal War One #1
Não é boa o bastante pra eu de fato gostar dessa história, mas é boa o bastante pra eu dar uma chance pra segunda edição.

War Heroes #1
Começa excelente, aí aparecem super-poderes e a história vira mais um cliché sobre super-heróis. Céus, quantas vezes vamos ter que "repensar" os super-heróis pra chegar às mesmas conclusões batidas de sempre?

Wolverine: First Class #5
Qualé! Tem a Kitty Pride! Isso devia ser melhor!

X-Factor #33
Primeira parte da história da She-Hulk - X-Factor consegue ser boa até quando é ruim, tipo sexo com a Courtney Love.
"She said they're not bugged, ms. Cooper"
"Well, you have to love the irony here"

X-Force #5
X-Force começou médio, mas chegou ao ponto em que eles deveriam tê-la abandonado na edição #4; agora ela modificou um personagem que está sendo muito melhor trabalhado na Uncanny X-Men, ou seja, ela não só é uma revista ruim, mas é uma revista ruim que prejudicou uma revista excelente.
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E por fim:
Torrent

Porque você não gastaria dinheiro de qualquer modo, então não é como se eles estivessem perdendo clientes.
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Ah, e heh. Essa página precisa ser divulgada.
Emma Frost é tão perfeita.